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🛑 Hierarquia de Controles de Risco – do mais eficaz ao menos eficaz



Na Segurança do Trabalho, nem todo controle tem o mesmo impacto. Por isso, seguimos a Hierarquia de Controles de Risco, que prioriza ações mais eficazes na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.


1️⃣ Eliminação

👉 Eliminar totalmente o perigo.

Ex.: retirar uma atividade perigosa, substituir um processo manual por um automatizado.


2️⃣ Substituição

👉 Trocar o risco por outro menos perigoso.

Ex.: substituir um produto químico tóxico por outro menos agressivo.


3️⃣ Controles de Engenharia

👉 Isolar o trabalhador do risco.

Ex.: enclausuramento de máquinas, proteções físicas (NR-12), ventilação/exaustão local, sensores e intertravamentos.


4️⃣ Controles Administrativos / Organizacionais

👉 Reduzir a exposição por meio da gestão.

Ex.: procedimentos operacionais, APR, permissões de trabalho, rodízio de atividades, treinamentos e sinalização (NR-26).


5️⃣ Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

👉 Última barreira de proteção.

Ex.: capacete, luvas, óculos, respirador, protetor auricular (NR-06).


⚠️ Por que o EPI é o último da hierarquia?

▪ Depende diretamente do comportamento humano

▪ Pode falhar, ser usado incorretamente ou não ser utilizado

▪ Não elimina o risco, apenas reduz as consequências


📌 Regra de ouro da Segurança do Trabalho:

Se o risco pode ser eliminado, substituído ou controlado na fonte, o EPI não deve ser a primeira escolha.


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